terça-feira, 12 de junho de 2012

PROJETO DE LEITURA- 2012








“O PRAZER DE




Cenário



















Floatie grandeFloatie grande

TEMA: O despertar da paixão por livros

SUB TEMA: O prazer e ler.

PROBLEMÁTICA:

Para ser alfabetizado hoje, o sujeito precisa ser capaz de atender demandas de leituras e escrita cada vez mais diversificada e sofisticada. Daí, como a escola pode contribuir para o contato e a formação do leitor – letrado? A parceria escola e família podem fazer acontecer o letramento sem perder de vista à formação de leitores apaixonados?

JUSTIFICATIVA: 
A preocupação com o desenvolvimento do conhecimento, justifica-se pela contribuição indispensável que as práticas de leitura assumem desde a infância na formação de leitores. Para Feud Linard “num país castigado pelo analfabetismo, projetos de incentivo a leitura são mais que bem-vindos: são fundamentais”. Diante disso, o desafio é trabalhar com crianças do Ensino Fundamental com processo de alfabetização comprometido. Para tanto, é viável a parceria escola e família que juntas podem acelerar o processo de letramento de nossas crianças e, despertar a paixão por livros.  Tal parceria faz-se  fundamental, haja vista, que a  escola é tida hoje, como ponto central na divulgação da leitura/ literatura, no entanto, nem todas os aspectos imprescindíveis  para desenvolvimento  das condutas necessárias para composição de  um leitor fluente são trabalhadas, ou seja, a escola ainda está muita presa ao processo de alfabetização, no sentido de decodificar os signos linguísticos. Outro ponto que não podemos deixar de citar é a família, pois é através dela que normalmente surge o primeiro contato com a leitura. No entanto,  a participação da família, nesse quesito,   é praticamente inexistente. As causas são inúmeras dentre elas destacamos :  a falta de tempo, pois a maioria dos pais trabalham fora, o que prejudica o tempo para dedicar-se à formação de seus filhos como leitores e o fato de que algumas famílias não tiveram acesso  ao ensino. Então, cabe a escola  a responsabilidade de desenvolver  ou fazer fluir as capacidade de leitura e de escrita de seus alunos, ressaltando que no âmbito escolar, pela sua característica interdisciplinar a leitura configura-se em  um traço de maior relevo e significância  haja vista,  que o ato de ler interfere decisivamente no aprendizado de todas as demais disciplinas do currículo. De posse do conhecimento da realidade  das famílias dos alunos,  a equipe técnica e docente da  escola Maria Raimunda Balbino elaborou o Projeto de Incentivo Leitura " O prazer de ler" com a finalidade de propiciar ao educando a compreensão de  que lemos para obter informações, para receber instruções, para obter e aprofundar conhecimentos, por passatempo, por prazer, para estabelecer comunicação com outrem, para melhor compreender o meio em que vivemos.

OBJETIVOS

GERAL:
• Integrar família e escola no processo de desenvolvimento das habilidades leitoras despertando o gosto, prazer e interesse pela leitura por meio da realização do Projeto e Incentivo Leitura " O prazer de ler"

Para a direção e a coordenação: Promover a formação constante dos professores e estabelecer metas que possam ser atingidas por todo o grupo.

Para os alunos: Desenvolver o comportamento leitor e escritor para ampliar o repertório com vistas às produções escritas.

Para os professores: Ler diariamente para os alunos, possibilitar o acesso a diferentes materiais de leitura e a ações de estímulo ao comportamento leitor e realizar projetos didáticos de produção textual.
Para os funcionários: Ler diariamente e valorizar os espaços de leitura

Para os pais: Participar de momentos de leitura com as crianças.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
• Envolver a família nas práticas de leitura;
• Colocar o aluno em contato com variados livros;
• Desenvolver a linguagem verbal do aluno;
Ampliando o repertório para o trabalho de leitura e escrita, e envolver toda a organização escolar num projeto de leitura e escrita;
• Resgatar a atenção da família para com a criança;
• Motivar o aluno a querer ler;
• Desenvolver a paixão por livros;
• Promover a aproximação aluno, escola e família;
• Atender a demanda atual de formar leitores apaixonados pelo ato de ler;

METODOLOGIA:
- Inicialmente, será feita uma oficina de apresentação para a família, colocando-a em sintonia com a proposta do projeto.
As atividades seguintes serão feitas em sala de aula, a partir da leitura de um tipo de texto a cada semana/ aula e, a partir do qual desembocará todos os trabalhos propostos em sala.
- A leitura feita em sala poderá variar entre: Textos Informativos, Bíblicos, poesias, parlendas, piadas, contos, músicas, versos de cordel, histórias infantis, receitas, listagem, rótulos, etc.
Paralelo ao trabalho do professor em sala, as sexta-feira, cada aluno levará um livro, que deverá ser lido em família e, no retorno à escola, o aluno deverá transmitir aos colegas a experiência,  recontando a história. 
Mensalmente os pais preencherão uma ficha de acompanhamento do projeto.
- Em cada bimestre o aluno deverá ler um livro, escolhido pelo professor, como atividade avaliativa.
- Garantir à visita a biblioteca para os alunos fazerem leitura de livros escolhidos por eles, pelo professor, para ouvirem histórias contadas pelos professores, filmes de histórias clássicas, de lendas e mitos, assistir contações  de história em vídeo etc.
-  Realização das oficinas - para esse momento, devem-se reservar pelo menos duas horas-aula como momento de encontro entre professores para estudo, discussão, elaboração de aulas, escolha dos recursos, textos, e de ambientes em que poderão ocorrer as aulas, como laboratório das TIC, biblioteca, sala de aula, ou outro espaço. Os professores envolvidos no projeto deverão ser divididos em dois grupos heterogêneos, conforme série/ano, que se reunirão a cada quinze dias de forma alternada, evitando a dispensa dos alunos, os quais poderão ter suas turmas agrupadas, se necessário. Após esses primeiros encontros, já esclarecidos os objetivos, as técnicas, os caminhos a serem trilhados pelo professor com os alunos, passa-se a etapa subsequente. No entanto, vale lembrar que, periodicamente, os professores se reunirão para socializar suas experiências, rever estratégias, discutir o processo, criar seus textos, etc.

- Atividades práticas -  para essa etapa, deve ficar claro que cada professor precisará ser dinâmico e criativo e possibilitar o contato dos alunos com todos os tipos de gêneros textuais que irão facilitar a construção do conhecimento (slides, charges,imagens, textos dissertativos, histórias, transparências, gráficos, painéis, álbum seriado, vídeos, blogs, mapas, etc...). O uso desses recursos deve estar pautado nas estratégias de leitura, que serão diferentes, dependendo do tipo de texto a ser utilizado eda metodologia a ser aplicada. O uso da biblioteca, dos ambientes das TICs, ou de outro pré-estabelecido, irá depender da metodologia que o professor programe o encontro com os alunos. E é interessante que aja, inclusive, mobilidade quanto aos ambientes de aprendizagem, com já propõem várias teorias contemporâneas, pois isso dinamiza e torna as aulas menos corriqueiras. Vale lembra que, cada professor, deve ter em mente que o foco não é o conteúdo da aula, mas a leitura desse conteúdo, ou seja, facilitar, auxiliar o aluno à leitura desses conteúdos, fazendo inferências, questionamentos, discutindo opiniões, indicando pistas linguísticos, etc.


Gif de florSUGESTÕES DE DINÂMICAS E ATIVIDADES
• Oficinas de Leitura
• Hora do Conto
• Oficinas de Poesias
• Oficinas de Músicas
• Oficinas de Desenhos e Ilustrações
• Leitura de Imagens

• Cirandas de Livros • Cirandas de Literatura de Cordel
• Oficinas de Sucatas
• Oficinas de Mamulengos

• Dramatizações
• Pesquisas
• Entrevistas

RECURSOS:
Humano, livros, textos diversos, sacola do projeto, músicas,som,TV, papel,diversos, CD, DVD, tesoura, tinta, lápis de cor,fantoches,cola, caracterização de personagem.

DURAÇÃO:  02 de abril a 09 de Novembro

AVALIAÇÃO:
Será feita por meio das fichas de acompanhamento mensal que juntamente com a coordenação pedagógica da escola será feita discussões para adequar o projeto às necessidades geradas e, ao termino da duração prevista para a aplicação do projeto, haverá uma avaliação geral com a presença da família.

REFERÊNCIAS:
NOVA Escola. A revista de quem educa. Edição Especial LEITURA. Nº18. Abril, 2008.
RIBEIRO, Vera Masagão. Ensinar ou Aprender? Emília Ferreiro e a alfabetização. 2. ed. Campinas, SP: Papirus,1999.



Floatie grande





PROJETO DE LEITURA
TEMA: “O PRAZER DE LER”

 CONTROLE DE ENVIO DE LIVRO


DATA

NOME DO LIVRO

NOME DO ALUNO















































 FICHA DE ACOMPANHAMENTO DA FAMÍLIA

Nome de seu filho
 ___________________________________________________

1- Como você considera o ato de ler semanalmente para seu filho?
Gif de florGratificante (   )  cansativo (   ) maravilhoso 
(   ) muito bom  (   )  muito trabalhoso 
(   )     outros (   )  o quê? _______________________________
    
2- Foi difícil fazer a leitura para seu filho?
  Não (   )    foi só um pouco (   )   foi muito difícil  (   )

3- Seu filho quis ouvir as histórias?
  Uma só vez (   )                    mais de uma vez (   )
4- Você somente leu as histórias?
Sim, somente li (   )
fiz a leitura e também conversei sobre a história (   )
fiz a leitura e pedi que ele recontasse (   )

5-Seu filho tem pedido que você leia para ele, 
mesmo quando não vai livro do projeto?

Não (   )     sim (   )     às vezes (   ) diariamente (   )

6- Como você considera a ideia de enviar um livro para leitura em família?
Perca de tempo (   )              
motivadora para a criança (   )  
desgastante para os pais que tem que ler para os filhos (   )
regular pois não é uma experiência muito boa pois exige muito dos pais (   )
outra opinião  (   ) qual? __________________________________________________________

7- Deixe aqui registrada a sua opinião, crítica ou sugestão. ____________________________________________________________






________________________________
Assinatura do pai/mãe ou responsável
    
  fonte: www.meustrabalhospedagógicos.blgspot.com  e adaptaç

Cenário

ANEXO DO PROJETO DE INCENTIVO Á LEITURA: O PRAZER DE LER
Gif de florGif de florGif de florGif de florGif de florGif de florGif de florGif de florGif de florGif de florGif de florGif de florGif de florGif de florGif de florGif de florGif de florAtendendo a alguns pedidos postarei a histórinha, agora é só usar um "ctrl c" e um "ctrl v" para 

copiá-la.Floatie grande

Meu amigo Camaleão acordou de bom humor.
- Bom dia, sol, bom dia, flores, bom dia, todas as cores!
Lavou o rosto numa folha cheia de orvalho,
mudou sua cor para a cor-de-rosa,
que ele achava a mais bonita de todas,
e saiu para o sol, contente da vida.

Meu amigo Camaleão
estava feliz porque tinha chegado a primavera.
E o sol, finalmente, depois de um inverno longo e frio, brilhava, alegre, no céu.

- Eu hoje estou de bem com a vida, ele disse.

Logo que saiu de casa, o Camaleão encontrou o professor pernilongo.
O professor pernilongo toca violino na orquestra do Teatro Florestal.

- Bom dia, professor!
Como vai o senhor?
- Bom dia, Camaleão!

Mas o que é isso, meu irmão?
Por que é que mudou de cor?
Essa cor não lhe cai bem...
Olhe para o azul do céu.
Por que não fica azul também?

O Camaleão, amável como ele era, resolveu ficar azul como o céu da primavera...

Até que numa clareira o Camaleão encontrou o sabiá-laranjeira:
- Meu amigo Camaleão, muito bom dia e você!
Mas que cor é essa agora?

O amigo está azul por quê?
E o sabiá explicou que a cor mais linda do mundo era a cor alaranjada, cor de laranja, dourada.
Nosso amigo, bem depressa, resolveu mudar de cor.
Ficou logo alaranjado, louro, laranja, dourado.

E cantando, alegremente, lá se foi, ainda contente...

Na pracinha da floresta,
saindo da capelinha,
vinha o senhor louva-a-deus, mais a família inteirinha.

Ele é um senhor muito sério, que não gosta de gracinha.
- Bom dia, Camaleão!
Que cor mais escandalosa!
Parece até fantasia pra baile de carnaval...

Você devia arranjar uma cor mais natural...
Veja o verde da folhagem...
Veja o verde da campina...
Você devia fazer o que a natureza ensina.
É claro que o nosso amigo resolveu mudar de cor.
Ficou logo bem verdinho.
E foi pelo seu caminho...


Vocês agora já sabem como era o Camaleão.
Bastava que alguém falasse, mudava de opinião.
Ficava roxo, amarelo, ficava cor-de-pavão.
Ficava de toda cor.
Não sabia dizer NÃO.
Por isso, naquele dia, cada vez que
Se encontrava com algum de seus amigos,
E que o amigo estranhava a cor com que ele estava...
Adivinha o que fazia o nosso Camaleão.

Pois ele logo mudava, mudava para outro tom...

Mudou de rosa para azul.
De azul para alaranjado.
De laranja para verde.
De verde para encarnado.
Mudou de preto para branco.

De branco virou roxinho.
De roxo para amarelo.
E até para cor de vinho...

Quando o sol começou a se pôr no horizonte,
Camaleão resolveu voltar para casa.
Estava cansado do longo passeio e mais cansado ainda de tanto mudar de cor.
Entrou na sua casinha.

Deitou para descansar.
E lá ficou a pensar:


- Por mais que a gente se esforce, não pode agradar a todos.
Alguns gostam de farofa.
Outros preferem farelo...
Uns querem comer maçã.
Outros preferem marmelo...

Tem quem goste de sapato.
Tem quem goste de chinelo...
E se não fossem os gostos,
Que seria do amarelo?

Por isso, no outro dia,
Camaleão levantou-se bem cedinho.
- Bom dia, sol, bom dia, flores, bom dia, todas as cores!
Lavou o rosto numa folha cheia de orvalho,
mudou sua cor para a cor-de-rosa,
que ele achava a mais bonita de todas,
e saiu para o sol,

contente da vida.

Logo que saiu,
Camaleão encontrou o sapo cururu, que é cantor de sucesso na Rádio Jovem Floresta.
- Bom dia, meu caro sapo!
Que dia mais lindo, não?
- Muito bom dia, amigo Camaleão!
Mais que cor mais engraçada, antiga, tão desbotada...
Por que é que você não usa uma cor mais avançada?
O Camaleão sorriu e disse para o seu amigo:
- Eu uso as cores que eu gosto, e com isso faço bem.
Eu gosto dos bons conselhos, mas faço o que me convém.
Quem não agrada a si mesmo, não pode agradar ninguém...

E assim aconteceu
O que acabei de contar.
Se gostaram, muito bem!
Se não gostaram, AZAR!



Gif de florGif de florGif de flor
 
Ás vezes na hora de planejarmos nossas aulas no Semanário temos dificuldade de trabalhar alguns Eixos propostos nos Referenciais.
Nesta postagem colocarei algumas propostas interessantes para trabalhar MÚSICALIZAÇÃO com embasamento teórico dos Referenciais.

OBJETIVOS

Crianças de zero a três anos
O trabalho com Música deve se organizar de forma a que as crianças desenvolvam as seguintes capacidades:

• ouvir, perceber e discriminar eventos sonoros diversos, fontes sonoras e produções musicais;
• brincar com a música, imitar, inventar e reproduzir criações musicais.

Crianças de quatro a seis anos
Para esta fase, os objetivos estabelecidos para a faixa etária de zero a três anos deverão ser aprofundados e ampliados, garantindo-se, ainda, oportunidades para que as crianças sejam capazes de:

• explorar e identificar elementos da música para se expressar, interagir com os outros e ampliar seu conhecimento do mundo;
• perceber e expressar sensações, sentimentos e pensamentos, por meio de improvisações, composições e interpretações musicais.


CONTEÚDOS 

A organização dos conteúdos para o trabalho na área de Música nas instituições de educação infantil deverá, acima de tudo, respeitar o nível de percepção e desenvolvimento (musical e global) das crianças em cada fase, bem como as diferenças socioculturais entre os grupos de crianças das muitas regiões do país. Os conteúdos deverão priorizar a possibilidade de desenvolver a comunicação e expressão por meio dessa linguagem. Serão trabalhados como conceitos em construção, organizados num processo contínuo e integrado que deve abranger:

• a exploração de materiais e a escuta de obras musicais para propiciar o contato e experiências com a matéria-prima da linguagem musical: o som (e suas qualidades) e o silêncio;
• a vivência da organização dos sons e silêncios em linguagem musical pelo fazer e pelo contato com obras diversas;
• a reflexão sobre a música como produto cultural do ser humano é importante forma de conhecer e representar o mundo.

Os conteúdos estarão organizados em dois blocos: “O fazer musical” e “Apreciação musical”, que abarcarão, também, questões referentes à reflexão.

O fazer musical 

é uma forma de comunicação e expressão que acontece por meio da improvisação, da composição e da interpretação. Improvisar é criar instantaneamente, orientando-se por alguns critérios pré-definidos, mas com grande margem a realizações aleatórias, não-determinadas. Compor é criar a partir de estruturas fixas e determinadas e interpretar é executar uma composição contando com a participação expressiva do intérprete.

CRIANÇAS DE ZERO A TRÊS ANOS
• Exploração, expressão e produção do silêncio e de sons com a voz, o corpo, o entorno e materiais sonoros diversos.
• Interpretação de músicas e canções diversas.
• Participação em brincadeiras e jogos cantados e rítmicos.

CRIANÇAS DE QUATRO A SEIS ANOS
Nesta fase ampliam-se as possibilidades de trabalho que já vinham sendo desenvolvidas com as crianças de zero a três anos. Os conteúdos podem ser tratados em contextos que incluem a reflexão sobre aspectos referentes aos elementos da linguagem musical.

• Reconhecimento e utilização expressiva, em contextos musicais das diferentes características geradas pelo silêncio e pelos sons: altura (graves ou agudos), duração (curtos ou longos), intensidade (fracos ou fortes) e timbre (característica que distingue e “personaliza” cada som).
• Reconhecimento e utilização das variações de velocidade e densidade16 na organização e realização de algumas produções musicais.
• Participação em jogos e brincadeiras que envolvam a dança e/ ou a improvisação musical.
Repertório de canções para desenvolver memória musical.

Apreciação musical

A apreciação musical refere-se a audição e interação com músicas diversas.

CRIANÇAS DE ZERO E TRÊS ANOS
• Escuta de obras musicais variadas.
• Participação em situações que integrem músicas, canções e movimentos corporais.

CRIANÇAS DE QUATRO A SEIS ANOS
• Escuta de obras musicais de diversos gêneros, estilos, épocas e culturas, da produção musical brasileira e de outros povos e países.
• Reconhecimento de elementos musicais básicos: frases, partes, elementos que se repetem etc. (a forma).
• Informações sobre as obras ouvidas e sobre seus compositores para iniciar seus conhecimentos sobre a produção musical.



ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O PROFESSOR


• sensibilizar-se em relação às questões inerentes à música;
• reconhecer a música como linguagem cujo conhecimento se constrói;
• entender e respeitar como as crianças se expressam musicalmente em cada fase, para, a partir daí, fornecer os meios necessários (vivências, informações, materiais) ao desenvolvimento de sua capacidade expressiva


ORGANIZAÇÃO DO TEMPO
• explorar materiais adequados à confecção;
• desenvolver recursos técnicos para a confecção do instrumento;
• informar-se sobre a origem e história do instrumento musical em questão;
• vivenciar e entender questões relativas a acústica e produção do som  ;
• fazer música, por meio da improvisação ou composição, no momento em que os instrumentos criados estiverem prontos.


   
 Alguns Jogos e BrincadeirasA gatinha parda

 








 FloatieFloatie


Faz-se uma roda, todos de pé. Escolhe uma criança para ficar no centro da roda com olhos vendados e com uma varinha na mão. As crianças começam a girar na roda e cantar:
Ah, minha gatinha parda, que em janeiro me fugiu, quem roubou minha gatinha você sabe, você sabe, você viu?
Todos se calam.
A que está no centro da roda toca em alguém com a varinha.
A que foi tocada deve miar como um gato. Quem tocou tenta descobrir que é. Se descobrir, diz o nome e quem miou vai para o centro recomeçar a brincadeira. Se não acertar continua sendo a do centro, recomeça a brincadeira até adivinhar quem é.


         
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Caixinha de surpresas
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Antes de iniciar o jogo, escreve-se em papeizinhos várias tarefas engraçadas. Coloca dentro de uma caixinha.Sentados em círculo, a caixinha irá circular de mão em mão, até a música parar. Quem estiver com a caixinha na mão no momento que a música parar deverá tirar um papel da caixinha e executar a tarefa. Continua até acabar os papéis.





Ceguinho
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Forma-se uma roda e uma criança fica no centro da roda com os olhos vendados. Todos deverão girar na roda e cantar “Pai Francisco”. Quando o ceguinho bater palmas, a roda deverá parar e ele caminhará para a frente e tocar no colega para adivinhar quem é.


Estátua

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As crianças ficam em fila. Escolhe-se uma criança para começar a brincadeira. Esta criança começa a puxar as crianças perguntando antes de puxar:
pimenta, pimentinha, pimentão ou sapatinho de algodão?
Quem responder:
- Pimenta: é puxada normalmente e virar estátua.
- Pimentinha: é puxada devagar e virar estátua.
- Pimentão: é puxada com força e virar estátua.
- Sapatinho de algodão: deve ser carregada no colo e ao ser colocada no chão virar estátua.
Após todos virarem estátua a líder diz:
Entrei no jardim de flores, não sei qual escolherei, aquela que for mais bela, com ela me abraçarei.
Então escolhe uma estátua para se abraçar. A escolhida deverá ser a próxima líder. Todos retornam à posição normal e recomeça a brincadeira.


Estátua 2
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Faz-se uma roda e todos vão rodando de mãos dadas e cantando a seguinte canção:
“A casinha da vovó,
cercadinha de cipó,
o café tá demorando,
com certeza não tem pó!

Brasil! 2000!
Quem mexer saiu!”.
Todos ficam como estátua e não vale rir, nem se mexer, nem piscar, nem se coçar, quem será que vai ganhar?


Formando grupos


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As crianças deverão ficar em roda girando e cantando. A professora irá bater palmas ou apitar e mostrar um cartão que deverá ter um número. Se o número for o 4 por exemplo, as crianças saem da roda e formam grupos de quatro e depois voltam para a roda, continua a brincadeira até não poder formar mais grupos. Quem ficar de fora sai da brincadeira.


Lenço Atrás
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Os componentes deverão tirar a sorte para ver quem ficará com o lenço. Deverão sentar na roda com as pernas cruzadas. Quem estiver segurando o lenço corre ao redor da roda enquanto o grupo fala:
Corre, cutia
Na casa da tia
Corre, cipó
Na casa da avó
Lencinho na mão
Gif de flor
Caiu no chão
Moço bonito
Do meu coração.
O dono do lenço então pergunta:
- Posso jogar?
E todos respondem:
- Pode! Um, dois, três!
Deixa então o lenço cair atrás de alguém da roda. Este deverá perceber, pegar o lenço e correr atrás de quem jogou antes que este sente no seu lugar. Se conseguir pegar aquele que jogou ele será o próximo a jogar o lenço, se não conseguir quem jogou o lenço continuará segurando o lenço para jogar atrás de outra pessoa.


Peixinhos e tubarões
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Separados em dois times, deverão formar o time dos peixinhos e dos tubarões. No momento em que tocar uma música "piano", os peixinhos saem para passear. Quando tocar uma música "forte", os tubarões saem para tentar pegar os peixinhos, que deverão voltar correndo. O peixinho que for pego vira tubarão.


Senhor caçador
Gif de flor

As crianças ficam em roda e uma delas será o caçador que deverá ficar com os olhos vendados. Todos os outros cantam:
“Senhor caçador,
preste bem atenção!
Não vá se enganar,
Quando o galo cantar!
Canta, galo!”
Uma das crianças imita a voz do galo e o caçador deverá adivinhar quem é. Se não descobrir pagará uma prenda que o galo dirá qual é. Ir trocando as vozes dos bichos.


Serra, Serra, Serrador
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Brincam duas crianças, uma de frente para outra, de pé, dando as mãos. Começam a balançar de trás para frente, indo e vindo e cantando:
- Serra, serra, serrador!
Serra o papo do vovô!
Quantas tábuas já serrou?
Uma diz um número, por exemplo, quatro. Elas então deverão dar quatro giros com os braços sem soltarem as mãos.


                                                                Subi na Roseira

Duas crianças batem a corda e outras duas começam a pular e vão falando uma para outra:
Ai, ai...
O que você tem?
Saudades.
De quem?
Do cravo, da rosa e de mais ninguém.
Subi na roseira, desci pelo galho, fulano 
(fala um nome) me acuda, senão eu caio.
Sai quem recitou e entra quem foi chamado
Adoletá
Adoletá
Lepeti
Peti Polá
Lê café com chocolá
Adoletá
Puxa o rabo do tatu
Quando quem saiu foi tu
Puxa o rabo da cutia
 Quando sai a sua tia
Quando um ganha o outro perde
Não adianta disfarçar
E tem que ficar ligado
Quando a música parar.
(Bate a mão direita com a direita do companheiro à sua frente e a esquerda com a esquerda).
De marré
Eu sou pobre, pobre, pobre
de marré, marré, marré
Eu sou pobre, pobre, pobre de marré, deci
Eu sou rica, rica, rica
de marré, marré, marré
Eu sou rica, rica, rica de marré, deci
Quero uma de vossas filhas
de marré, marré, marré
Quero uma de vossas filhas
de marré, deci
Escolha a que quiser
de marré, marré, marré
Escolha a que quiserde marré, deci
Eu sou pobre, pobre, pobre
de marré, marré, marré
Eu sou pobre, pobre, pobre
de marré, deci
Eu sou rica, rica, rica
de marré, marré, marré
Eu sou rica, rica, ricade marré, deci
Eu quero a (nome da criança)
de marré, marré, marré
Eu quero a (nome da criança)
de marré, deci
Que Oficio darás a ela
de marré, marré, marré
Que Oficio darás a ela
de marré, deci
Dou Oficio de chapeleira
de marré, marré, marré
Dou Oficio de chapeleira
de marré, deci
Este Oficio não me agrada
de marré, marré, marré
Este Oficio não me agrada
de marré, deci
Dou Oficio de costureira
de marré, marré, marré
Dou Oficio de costureira
de marré, deci
Este Oficio já me serve
de marré, marré, marré
Este Oficio já me serve
de marré, deci
(Ao aceitar o Oficio, a menina "pobre" passa para a fileira da "rica", este processo se dá até a ultima criança "pobre" passar para a fileira da "rica". E então as pobres que se tornaram ricas cantam:)
Eu de pobre fiquei rica
de marré, marré, marré
Eu de pobre fiquei rica
de marré, deci
(E então as que eram muito ricas, perdem um pouco da riqueza, cantam:)
Eu de rica fiquei pobre
de marré, marré, marré
Eu de rica fiquei pobre
de marré, deci
Fixação das notas
Minha viola
Eu tirei um dó da minh(á)* viola
Da minha viola eu tirei um dó
Dor...mir é muito bom, é muito bom
Dor...mir é muito bom, é muito bom
(Cantar rápido):
É bom camarada
É bom camarada, é bom, é bom, é bom
Eu tirei um ré da minh(á) viola
Da minha viola eu tirei um ré
Re...mar é muito bom, é muito bom
Re...mar é muito bom, é muito bom
É bom camarada
É bom camarada, é bom, é bom, é bom
Eu tirei um mi da minh(á)viola,
Da minha viola eu tirei um mi,
Min...gau é muito bom, é muito bom
Min...gau é muito bom, é muito bom
É bom camarada
É bom camarada, é bom, é bom, é bom
Eu tirei um fá da minh(á)viola
Da minha viola eu tirei um fá
Fa...lar é muito bom, é muito bom
Fa...lar é muito bom, é muito bom
É bom camarada
É bom camarada, é bom, é bom, é bom
Eu tirei um sol da minh(á)viola
Da minha viola eu tirei um sol
So...rrir é muito bom, muito bom
So...rrir é muito bom, muito bom
É bom camarada
É bom camarada, é bom, é bom, é bom
Eu tirei um lá da minh(á)viola
Da minha eu tirei um lá
La...var é muito bom
É muito bom
La...var é muito bom
É muito bom
É bom camarada
É bom camarada, é bom, é bom, é bom
Eu tirei um si da minh(á) viola
Da minha viola eu tirei um si
Si...lêncio é muito bom, é muito bom
Si...lêncio é muito bom, é bom demais
É bom camarada
É bom camarada, é bom, é bom, é bom
* Cantar como se a sílaba tônica fosse a última
Floatie
Gif de peixe
O Caranguejo
Caranguejo não é peixe,
Caranguejo peixe é
Caranguejo só é Peixe na enchente da maré.
Palma,palma,palma!
Pé,pé,pé!
Roda, roda, roda
Caranguejo peixe é
A mulher do Caranguejo
tinha um caranguejinho:
Deu no Ouro ,
deu na Prata,
Ficou todo douradinho!
Palma,palma,palma!
Pé,pé,pé!
façam roda minha gente Caranguejo peixe é!
Fui a Espanha buscar o meu chapéu
Azul e branco da cor daquele Céu
Caranguejo só é peixe na enchente da maré
Palma,palma,palma!
Pé,pé,pé!
Dança Crioula que vem da Bahia,
Pega a criança joga na bacia.
Bacia que é de ouro lavada com sabão
Depois de areada enxugada com roupão
Roupão é de seda enfeitada com filó
Agora eu quero ver a ficar pra vovó.
(se a criança não conseguir um par na dança fica para "vovó")
(ai as demais crianças pedem a sua benção)
A nossa benção vovó
Roda, roda, cavalheiro
Caranguejo só é peixe na enchente da maré.
Palma é palma é palma
Pé é pé é pé
Você gosta de mim ô fulana (diz o nome da pessoa que está dentro da roda)
Eu também de você ô fulana
Vou pedir a seu pai ô fulana
Para casar com você ô fulana
Se ele disser que sim ô fulana
Tratarei dos papéis ô fulana
Se ele disser que não ô fulana
Morrerei de paixão ô fulana
Palma é palma é palma ô fulana
Pé é pé é pé ô fulana
Roda é roda é roda ô fulana
Abraçarás quem quiser ô fulana
(A pessoa abraça alguém que deverá vir para dentro da roda. Importante combinar antes da brincadeira que a mesma pessoa não poderá ser abraçada duas vezes e quem ainda não foi deverá ser abraçada trabalhando assim a socialização e afeto)
Sambalê, lê
Sambalê, lê tá doente
Tá com a cabeça quebrada
Sambalê, lê precisava
É de umas boas palmadas
Samba, samba, samba ô lê, lê
Samba, samba, samba ô lá, lá
Olhe morena bonita
Como é que se namora
Põe-se um lencinho no bolso
Com as pontinhas de fora
Samba, samba, samba ô lê, lê
Samba, samba, samba ô lá, lá
Trabalhando o ritmo
Tanta Laranja Madura
Tanta laranja madura menina, que cor são elas,
Elas são verde-amarela, vira (nome da menina)
cor de canela, vira (nome da menina)
cor de canela.
OBS: Cada vez que é dito o nome de uma participante
(vira… cor de canela) esta ficará de costas para roda.


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Brincadeira de mãos

Para conhecimento dos nomes dos alunos:
Onde é que _________(Maria ) vai morar:
Casa, castelo, buraco ou cemitério, casa, castelo, buraco ou cemitério
- Stop -
( coloca-se números com os dedos)
conta-se os números seguindo a mesma rima de cima casa castelo, buraco ou cemitério - até acabar os dedos. (aí é só rir a vontade) as crianças adoram
- Pode ser feita outra forma - fazer meninas contra meninos - turma contra turma
Jogos com fichas
Jogo dos Sons
*** = silêncio
>>> = Palmas
*** >>> >>> >>> *** *** >>> >>>>>> *** *** >>> *** >>> >>> >>
Agora com as fichas iremos montar uma canção de som e silêncio !
Fazer fichas de papel ou montar um cartaz, ou até mesmo escrever no quadro negro as figuras correspondentes e jogar - alternar as figuras
Créditos livro do professor objetivo - 2005
Jogo da ressonância
Jogo das Ressonâncias
1- Brincadeira do peixinho: cada criança receberá um peixinho de papel de seda que deverá ser colocado no chão para que sopre, exercitando assim a respiração.
2 – Com os lábios fechados, pronunciar a letra MA ressonância deve ser contínua e regular.
3 – Ressoe sobre uma nota só.
Maaa ..... Paaa.... Vaaa....Ma... Ma...... Va.....

Fonte: livro do professor objetivo - 2005


 
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Qual é a música?

Bem simples mas gostoso de brincar.
Escolhemos canções que o grupo já tem intimidade em cantar e executamos um techo da música.
Pode ser com teclado ou outro instrumento , até a voz , assovio, podemos utilizar murmurando a melodia, gesticulando - com cartazes... e a criança deverá adivinhar a música e continua a cantar.
Para incentivar a criança poderá ser escolhido o ajudante da aula de música com essa brincadeira!
O primeiro que acertar é o ajudante!


Brincadeira Saimon diz:

Os participantes devem seguir o comando do prof. apenas quando ele diz a frase
Simon diz - (então o prof dá o comando)
cantar a música atirei o pau no gato
Pular com um pé no ritmo da música
tocar um trecho musical
dançar....(intermináveis variações basta usar a criatividade)
O obejtivo também é de enganar os participantes - dizendo Simon não quer...O aluno que errar Paga prenda ou um mico pré determinado.


  Rato

Palavra Cantada

Vamo lá!!!
Todo rato tem rabo longo
Todo rato tem faro esperto
Todo rato curte escuro, lambe restos
Todo rato deixa rastro
Todo rato trai e mente
Todo rato assusta a gente
Todo rato anda em bando
São os ratos, são os ratos, são os ratos
Bem malandros...
Mas sempre tem um que é diferente
Tem sempre um que até surpreende a gente
Esse rato que aqui se mostra
É um rato que a gente gosta
É um rato que ao invés de catar
Lasquinhas de queijo e comer na rua
Prefere mil vezes um beijo
Um beijo brilhante da lua
Lua minguante Lua crescente
Declaro ser o seu mais lindo amante
Com você eu quero me casar
Fazer da noite escura
O nosso altar...
Rato meu querido rato
Eu não sou assim de fino trato
Pra selar esse contrato
Minha luz é passageira
Fico sempre por um triz
Mesmo quando estou inteira
Vem a nuvem me cobrir
Ela sim nuvem faceira
É que lhe fará feliz
Nuvem redonda que cobre o luar
Declaro ser o seu mais lindo amante
Com você eu quero me casar
Fazer do céu imenso o nosso altar...
Rato meu querido rato
Eu não sou assim de fino trato
Pra selar esse contrato
Minha sombra é tão nublada
Fico sempre por um triz
Mesmo quando estou parada
Vem a brisa a me diluir
Ela sim brisa danada
É que lhe fará feliz
Brisa macia
Que destrói a nuvem que cobre o luar
Declaro ser o seu mais lindo amante
E com você eu quero me casar
Fazer do vento nosso altar...
Rato meu querido rato
Eu não sou assim de fino trato
Pra selar esse contrato
Mesmo quando sopro forte
Vem a parede a me barrar
Só a parede de uma casa
Não deixa a brisa passar
Ela sim dura parede
É que aprenderá te amar
Parede parada
Que para a brisa que destrói a nuvem
Que cobre o luar
Declaro ser o seu mais lindo amante
E com você eu quero me casar
Fazer da terra o nosso altar...
Rato meu querido rato
Eu não sou assim de fino trato
Pra selar esse contrato
Meus tijolos são de barro
Mas não é difícil me esburacar
Mesmo sendo bem segura
Vem a ratinha me cavoucar
Só a ratinha bem dentuça
Saberá como te amar
Ratinha dentuça
Que cavouca a parede que barra a brisa
Destrói a nuvem que cobre o luar
Declaro ser o seu mais lindo amante
E com você eu quero me casar
Fazer da natureza o nosso altar...
Rato meu querido rato
Eu que sou assim de fino trato
Pra selar esse contrato
O meu faro é tão certeiro
Com você vou ser feliz
Mesmo não sendo perfeita
Eu sou a ratinha eleita
Fico toda aqui sem jeito
esperando um grande queijo...
OPS!!!
esperando um grande beijo...
Toda rata tem rabo longo
Toda rata tem faro esperto
Toda rata curte escuro, lambe restos
Toda rata deixa rastro
Toda rata trai e mente
Toda rata assusta a gente
Toda rata anda em bando
São as ratas, são as ratas, são as ratas
Bem malandras

Ora Bolas

Palavra Cantada

Oi, oi, oi... olha aquela bola
A bola pula bem no pé, no pé do menino
Quem é esse menino! Esse menino é meu vizinho!
Onde ele mora! Mora lá naquela casa!
Onde está a casa! A casa tá na rua!
Onde está a rua! Tá dentro da cidade!
Onde está a cidade! Do lado da floresta!
Onde é a floresta! A floresta é no Brasil!
Onde está o Brasil,ta na América do Sul continente americano cercado de oceano das
terras mais distantes de todo o planeta
E como é o planeta!O planeta é uma bola que rebola lá no céu
(biz)

  Cenário

 

Pindorama

Palavra Cantada

(Terra à vista!)
Pindorama, Pindorama
É o Brasil antes de Cabral
Pindorama, Pindorama
É tão longe de Portugal
Fica além, muito além
Do encontro do mar com o céu
Fica além, muito além
Dos domínios de Dom Manuel
Vera Cruz, Vera Cruz
Quem achou foi Portugal
Vera Cruz, Vera Cruz
Atrás do Monte Pascoal
Bem ali Cabral viu
Dia 22 de abril
Não só viu, descobriu
Toda a terra do Brasil
Pindorama, Pindorama
Mas os índios já estavam aqui
Pindorama, Pindorama
Já falavam tupi-tupi
Só depois, vêm vocês
Que falavam tupi-português
Só depois com vocês
Nossa vida mudou de uma vez
Pero Vaz, Pero Vaz
Disse em uma carta ao rei
Que num altar, sob a cruz
Rezou missa o nosso frei
Mas depois seu Cabral
Foi saindo devagar
Do país tropical
Para as Índias encontrar
Para as índias, para as índias
Mas as índias já estavam aqui
Avisamos: "olha as índias!"
Mas Cabral não entende tupi
Se mudou para o mar
Ver as índias em outro lugar
Deu chabu, deu azar
Muitas naus não puderam voltar
Mas, enfim, desconfio
Não foi nada ocasional
Que Cabral, num desvio
Viu a terra e disse: "Uau!"
Não foi nau, foi navio
Foi um plano imperial
Pra aportar seu navio
Num país monumental
Ao Álvares Cabral
Ao El Rei Dom Manuel
Ao índio do Brasil
E ainda quem me ouviu
Vou dizer, descobri
O Brasil tá inteirinho na voz
Quem quiser vai ouvir
Pindorama tá dentro de nós
Ao Álvares Cabral
Ao El Rei Dom Manuel
Ao índio do Brasil
E ainda quem me ouviu
Vou dizer, vem ouvir
É um país muito sutil
Quem quiser descobrir
Só depois do ano 2000

Água

Palavra Cantada

Da nuvem até o chão, do chão até o bueiro
Do bueiro até o cano, do cano até o rio
Do rio até a cachoeira
Da cachoeira até a represa, da represa até a caixa d'água
Da caixa d'água até a torneira, da torneira até o filtro
Do filtro até o copo
Do copo até a boca, da boca até a bexiga
Da bexiga até a privada, da privada até o cano
Do cano até o rio
Do rio até outro rio
De outro rio até o mar
Do mar até outra nuvem

Floatie grande

A Velha A Fiar

Palavra Cantada

Estava a velha no seu lugar, veio a mosca lhe incomodar.
A mosca na velha e a velha a fiar.
Estava a mosca no seu lugar, veio a aranha lhe fazer mal.
A aranha na mosa, a mosca na velha e a velha a fiar.
Estava a aranha no seu lugar, veio o rato lhe fazer mal.
O rato na aranha, a aranha na mosca, a mosca na velha e a velha a fiar.
Estava o rato no seu lugar, veio o gato lhe fazer mal.
O gato no rato, o rato na aranha, a aranha na mosca, a mosca na velha e a velha a fiar.
Estava o gato no seu lugar, veio o cachorro lhe fazer mal.
O cachorro no gato, o gato no rato, o rato na aranha, a aranha na mosca, a mosca na velha e a velha a fiar.
Estava o cachorro no seu lugar, veio o pau lhe fazer mal.
O pau no cachorro, o cachorro no gato, o gato no rato, o rato na aranha, a aranha na mosca, a mosca na velha e a velha a fiar.
Estava o pau no seu lugar, veio o fogo lhe fazer mal.
O fogo no pau, o pau no cachorro, o cachorro no gato, o gato no rato, o rato na aranha, a aranha na mosca, a mosca na velha e a velha a fiar.
Estava o fogo no seu lugar, veio a água lhe fazer mal.
A água no fogo, o fogo no pau, o pau no cachorro, o cachorro no gato, o gato no rato, o rato na aranha, a aranha na mosca, a mosca na velha e a velha a fiar.
Estava a água no seu lugar, veio o boi lhe fazer mal.
O boi na água, a água no fogo, o fogo no pau, o pau no cachorro, o cachorro no gato, o gato no rato, o rato na aranha, a aranha na mosca, a mosca na velha e a velha a fiar.
Estava o boi no seu lugar, veio o homem lhe fazer mal.
O homem no boi, o boi na água, a água no fogo, o fogo no pau, o pau no cachorro, o cachorro no gato, o gato no rato, o rato na aranha, a aranha na mosca, a mosca na velha e a velha a fiar.
Estava o homem no seu lugar, veio a mulher lhe incomodar.
A mulher no homem, o homem no boi, o boi na água, a água no fogo, o fogo no pau, o pau no cachorro, o cachorro no gato, o gato no rato, o rato na aranha, a aranha na mosca, a mosca na velha e a velha a fiar.
Estava a mulher no seu lugar, veio a morte lhe levar.
A morte na mulher, a mulher no homem, o homem no boi, o boi na água, a água no fogo, o fogo no pau, o pau no cachorro, o cachorro no gato, o gato no rato, o rato na aranha, a ar



Amor Universal

Patati e Patata

Todo mundo precisa de carinho
De um sorriso, de amor e de atenção
Às vezes até de um colinho
De um abraço pra sentir o coração
É bom ter você aqui comigo
Bem pertinho sentindo esta emoção
Bate alegre o meu coraçãozinho
Nas batidas do seu coração
Imagine o mundo inteiro
Ouvindo esta nossa canção
E dizendo eu te amo
No idioma de cada nação
I love you diz o inglês
Ich liebe dich fala o alemão
Je t'aime je t'aime diz o frânces
Ai shiteiru se fala no japão
Io te amo em italiano
Ana bahebak falam nas arábias
Yo te quiero em espanhol
E no brasil, te amo, te amo
Gif de flor
2x

 

O pescador, o anel e o rei

                                                     Conto popular - Música e adaptação: Bia Bedran

Gif fundo do mar

Era uma vez um velho pescador que vivia cantando:
Canto: Viva Deus e ninguém mais / Quando Deus não quer / ninguém nada faz.

Mesmo quando sua pesca não era boa, ele cantava com muita fé e alegria a sua cantiga.
Canto: Viva Deus e ninguém mais / Quando Deus não quer / ninguém nada faz.

Um dia, o rei daquele lugar soube da existência do pescador e quis que ele fosse à sua presença, por não admitir que Deus podia mais que tudo no mundo... Esse rei era tão poderoso e orgulhoso, que achava que podia até mais que o próprio Deus!
E lá foi o pescador, subindo as escadas de tapete vermelho do palácio, cantando:  Viva Deus...

Diante do rei, o pescador não mostrou medo algum, e ainda reafirmou sua fé, cantando a mesma cantiga.
Então o rei disse:
Rei: Vamos verse Deus pode mais que eu, pescador!
Eis aqui o meu anel. Vou entregá-lo aos seus cuidados!
Se dentro de 15 dias você me devolver o anel, intacto, você ganhará um enorme tesouro, e não precisará mais trabalhar para viver.
Porém, se no 15° dia você não voltar com o anel, mando cortar a sua cabeça! Agora vá embora...
O pescador foi embora e na volta pra casa, cantava: Viva Deus...

Quando chegou em casa entregou o anel para a mulher que prometeu guardá-lo a sete chaves. Deixe estar que isso não passava de um plano do rei, que logo mandou um criado disfarçado de mercador, bater na casa do pescador, quando esteja havia saído para pescar.
Criado disfarçado: Ó de casa!
A velha senhora abriu a porta.
Criado: Minha senhora, sou mercador. Vendo e compro anéis. A senhora não teria aí pelas gavetas um anelzlnho para me vender? Pago bem!
E mostrou muito dinheiro.
Velha: Não tenho não senhor. Aqui é casa de pobre. Não tem anel nenhum não.
Mas a velha ficou surpresa com tanto que o homem mostrava.
Acabou caindo na tentação, e vendeu o anel!

No fim do dia, o pescador voltou pra  casa cantando:  Viva Deus...

...Quando chegou em casa, soube do que havia acontecido e ficou desesperado.
Pescador: Mulher! Você não vendeu o anel não; você vendeu minha cabeça!
E foram correndo procurar o mercador pela floresta, pela estrada, pela praia, pela aldeia e nada...
Claro! À essa altura, o criado disfarçado de mercador já estava longe, e havia jogado o anel em alto mar, a mando do rei, para que nunca mais ninguém pudesse encontrá-lo.
E: o tempo foi passando...
Décimo dia...
O pescador, triste continuava cantando: (mais lento) Viva Deus...
Décimo primeiro dia...
E o pescador cantando e pescando...
Canto: (ainda mais lento) Viva Deus...

Até que no penúltimo dia, o pescador chamou a mulher e disse:
Pescador: Mulher, eu vou morrer... Amanhã, minha cabeça vai rolar. Vamos nos despedir, com uma última refeição. Farei uma boa pescaria. E lá foi o pescador, tristemente, cantando sem parar sua cantiga.
Canto: Viva Deus... (muito triste)

Pescou 50 peixes, 49 ele vendeu no mercado, e 1 levou para mulher preparar.
Ela caprichou no tempero e fez no fogão de lenha, aquele peixe que seria sua última ceia junto com o marido depois de tantos anos. Mastiga daqui, chora dali, pensa de lá, e de repente...
Pescador: (Se engasgando) O que é isso? Mulher (cospe o anel).
Eu não disse que Deus pode mais que todo o mundo?
Canto(bem animado): Viva Deus...

O pescador limpou o anel, e correu em direção ao palácio. Subiu a escadas de tapete vermelho cantando, fez uma reverência para rei, que perguntou todo poderoso:
Rei: E então, pescador? Aonde está o meu anel?
E o pescador, vitorioso:
Pescador: Está aqui, meu rei!
O rei ficou boquiaberto! Não conseguia acreditar...Teve de entregar o tesouro para o pescador. E até o rei teve que cantar:
Canto: Viva Deus e ninguém mais / Quando Deus não quer / Ninguém nada faz.



Gif de florGif de florGif de flor

Os tipos de discurso
  Objetivos
- Analisar os elementos que caracterizam uma narrativa.
- Produzir uma narrativa usando os discursos direto e indireto.

Conteúdos
- Discursos direto e indireto.
- Produção de texto.

Anos
3º e 4º.

Tempo estimado
Oito aulas.

Material necessário
Televisão, aparelho de DVD, filme Luzes da Cidade ou trechos disponíveis no
youtube.com, computador e texto disponível aqui.

Flexibilização
Para alunos com deficiência visual
Fornecer antecipadamente uma sinopse do filme em braile para o aluno com deficiência visual o ajuda a compreender as atividades que serão desenvolvidas na sequência. Você também precisa preparar, previamente, uma áudio-descrição do filme, para que o aluno acompanhe a exibição e tenha condições de participar das discussões com a turma. Algumas Secretarias de Educação e cinematecas brasileiras já disponibilizam filmes com este recurso. Se preferir, consulte uma dessas instituições na sua cidade e verifique se há material disponível. Amplie o tempo de realização das atividades para que o aluno possa fazer os registros e as produções de textos em braile. Também forneça os textos dos cartazes em braile. Repetir as narrativas produzidas oralmente, sinalizando as principais diferenças entre o discurso direto e o indireto ajuda na aprendizagem da criança cega. Conte com o apoio do AEE no contraturno para que o aluno pratique a leitura e a escrita no sistema braile.

Desenvolvimento
1ª etapa
Apresente a biografia de Charles Chaplin. Promova uma discussão sobre a vida do artista com a turma. Organize uma sessão de cinema em sala. Não apresente informações sobre o filme. Peça que os alunos façam anotações sobre partes do enredo que julgarem importantes durante a exibição. Isso os ajudará a retomar a história na próxima etapa.

2ª etapa
Ao fim do filme, solicite que todos façam um breve relato oral do que foi visto. Converse com a turma sobre o tema principal da história. Direcione as discussões para o uso das marcas temporais usadas (a utilização de diferentes advérbios e tempos verbais, por exemplo).

3ª etapa
O filme é dividido em trechos que podem ser considerados capítulos. Peça que os alunos coloquem títulos em cada um deles. Construa com a turma textos narrativos sobre o primeiro capítulo em discurso direto e indireto. Peça que comparem e elenquem as diferenças e as características de cada um. Eles devem notar as diferenças de efeito entre os tipos de discurso e suas peculiaridades: o direto usa recursos de pontuação (como as aspas, o travessão e o parágrafo) e, às vezes, os verbos descendi (afirmar e dizer, por exemplo) para reproduzir a fala dos personagens, e o indireto emprega verbos na 3ª pessoa para contar o que diz o personagem.

4ª etapa
Retome os capítulos e anote-os em um cartaz. Divida a turma em grupos e distribua os trechos entre eles. Peça que cada grupo escreva a narrativa do trecho selecionado nos dois tipos de discurso. Promova a apresentação dos textos redigidos pela turma ao mesmo tempo em que exibe as cenas de cada trecho narrado. Faça isso com as duas versões da narrativa produzidas pelos grupos. Assim, será possível chamar a atenção para o efeito causado pelos diferentes discursos.

5ª etapa
Hora de revisar e reescrever os textos da turma. Troque as produções entre os grupos. Peça que eles as releiam e corrijam. Escreva as orientações para as correções no quadro: a ação da narrativa é apresentada com lógica e organização? Há coesão e coerência no texto? Ele é objetivo e claro? Apresenta as características de um texto narrativo no discurso usado? O que é preciso alterar, sem deixar de lado as características do discurso direto e indireto?

Avaliação
Verifique se os alunos se expressam, oral e textualmente, com lógica e organização. Compare as relações feitas por eles entre as imagens e a ação presentes no filme e nas produções escritas. Analise se os textos finais apresentam as características dos discursos direto e indireto.
Consultoria Cristiane Horta
Professora de Língua Portuguesa da Fundação Torino, em Belo Horizonte, MG.
Planos de aula


       Leitura e escrita de contos de aventura


Cenário



Objetivos
- Apreciar a leitura de um clássico da literatura.
- Apropriar-se da linguagem típica de contos de aventura.

Conteúdos
- Leitura.
- Produção de texto.

Anos
4º e 5º.

Tempo estimado
15 aulas.

Material necessário
Conto A Quarta Viagem de Simbad, o Marujo, publicado em Os Melhores Contos de Aventura. Cartolinas.

Flexibilização
Para alunos com deficiência visual
Invista na riqueza da descrição dos personagens, para que o aluno cego envolva-se na história. É importante que ele tenha acesso ao conto em braile. Conte com a ajuda do AEE para antecipar algumas etapas do projeto, se julgar necessário. O trabalho em duplas ajuda o aluno com deficiência visual. O colega pode servir como escriba para o aluno cego durante as produções coletivas, mas é importante oferecer tempo extra para que o aluno faça a transcrição dos textos para o braile. As informações contidas no cartaz devem ser repetidas em voz alta para que o aluno faça seus registros no caderno. Para digitar a versão final dos textos, oriente-o a utilizar um teclado adaptado e amplie o tempo de realização desta etapa.

Desenvolvimento
1ª etapa
Apresente à turma o marujo Simbad, personagem célebre da obra As Mil e Uma Noites, uma compilação de histórias milenares do Oriente. Convide as crianças a conhecerem um dos contos em que ele é citado.

2ª etapa
Organize sessões diárias de leitura em voz do conto e peça que os estudantes levantem informações importantes sobre os personagens, o ambiente, a sequência dos episódios, os aspectos linguísticos (como marcadores de tempo, tempos verbais e expressões típicas usadas pelos personagens). Anote-as em um quadro para ficar afixado na sala para consultas futuras.

3ª etapa
Convide a garotada a produzir, em duplas, versões de A Quarta Viagem de Simbad, o Marujo. O material dará origem a um livro de versões e será doado para a biblioteca da escola. Chame a atenção para o efeito causado pelas descrições e expressões usadas no original para tornar a leitura atraente.

4ª etapa
Retome os principais episódios da história e anote-os em outro cartaz.


5ª etapa
É hora de reunir as duplas e produzir versões. Realize uma discussão sobre como planejar o trabalho. Peça que os estudantes escolham quais as mudanças principais a serem feitas. É possível, por exemplo, uma versão moderna, com personagens vivendo nos dias de hoje. O que é preciso alterar, sem deixar de lado as caraterísticas da aventura e a coerência do texto?

6ª etapa
Sugira a consulta às anotações feitas nas etapas anteriores. Faça intervenções sempre que julgar necessário.

7ª etapa
Leia as primeiras versões produzidas e oriente a revisão. As ações dos personagens e as características dos personagens são coerentes? Retome o planejamento feito coletivamente, as anotações produzidas durante a leitura, bem como trechos das versões estudadas para análise. Por fim, os alunos devem digitar a versão final, corrigindo erros ortográficos.

Produto final
Livro de versões do conto A Quarta Viagem de Simbad, o Marujo.

Avaliação
Observe o comportamento leitor e escritor dos estudantes: comentários e apreciação da leitura, anotações, preocupação com a legibilidade do texto e a disponibilidade para realizar as atividades. Em relação às produções, avalie se apresentam a linguagem típica de um conto de aventura.
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Reescrita de fábulas mudando elementos da narrativa

Objetivos
- Comparar diferentes versões de uma fábula, relacionando os diversos sentidos produzidos pelos recursos de linguagem.
- Apropriar-se de procedimentos de escrita, como planejamento e revisão.

Conteúdos
- Leitura.
- Produção de texto.

Anos
1º e 2º.

Tempo estimado
15 aulas.

Material necessário
Livros diversos que contenham fábulas e cópias das versões de A Menina do Leite presentes em 12 Fábulas de Esopo (Hans Gärtner, 32 págs., Ed. Ática, tel. 0800-115-152, 28,90 reais) e em Fábulas (Monteiro Lobato, 120 págs., Ed. Globo, tel. 11/3767-7400, 26 reais).

Flexibilização
Antecipar a leitura das diferentes versões do conto para as crianças com deficiência intelectual (DI) é uma boa medida para ajudá-las a compreender as atividades da sequência. Estimule o aluno a colaborar com as discussões em sala - tanto para apontar distinções entre as histórias, quanto no momento de recontar o conto oralmente. A escrita dos contos em duplas é um bom exercício, mas o aluno com DI também deve escrever. Caso ele ainda não seja capaz de reescrever todo o conto sugira que ele construa uma galeria de personagens - trabalhando com listas e descrições. A turma pode ser avisada de que se precisarem de informações a respeito dos personagens da fábula, podem contar com o material produzido pelo colega. Amplie o tempo de realização de cada uma das etapas.

Desenvolvimento
1ª etapa
Explore com os alunos fábulas diversas, para que eles conheçam características e recursos do gênero.

2ª etapa
Distribua cópias das versões de A Menina do Leite para cada estudante. Realize uma leitura compartilhada e ajude a turma a identificar as diferenças entre elas. Quais os recursos utilizados pelos dois autores que as fazem ser diferentes?

3ª etapa
Convide os alunos a escrever suas próprias versões para a fábula, alterando o que desejarem. Pode ser o final da história, por exemplo. Organize a turma em duplas para a atividade.

4ª etapa
Peça que os estudantes recontem a fábula oralmente antes de escrevê-la, propondo que realizem as alterações. Este é o momento certo para explicar a eles a importância de criar elementos em suas produções, colocando marcas pessoais na hora da redação.

5ª etapa
No quadro, planeje a reescrita. Questione a criançada sobre os episódios que não podem faltar. Faça perguntas como "O que colocamos no primeiro momento?". Se houver dificuldade na percepção desses elementos, sugira a consulta aos textos de referência e busque com os alunos os indicativos de apresentação dos personagens, por exemplo.

6ª etapa
É hora de começar a produção. Percorra a sala, orientando as duplas e observando como os pequenos lidam com o processo de reescrita que exige mudanças.

7ª etapa
Recolha os textos e analise as produções. Em uma folha à parte, anote os aspectos que precisam ser revistos pelas crianças, para usar na etapa seguinte.

8ª etapa
Devolva o material às duplas e peça que o revisem. Para ajudar, escolha uma produção para ser discutida coletivamente. Assuma a função de escriba e divida o quadro em três partes: na primeira, escreva o planejamento elaborado pela turma. Deixe o meio para a reescrita e, na última parte, transcreva o texto selecionado. Para fazer os ajustes necessários, vá fazendo interrogações como "Isso está repetitivo?". Nas situações conflitantes, proponha a consulta aos escritos de referência, para que percebam como os autores resolveram o problema detectado.

Avaliação
Observe os avanços nos procedimentos de leitura, a inferência e a comparação de informações, o estabelecimento de relações, a síntese de ideias. Em relação à escrita, observe se os alunos aprenderam a planejar, a articular os acontecimentos da narrativa em uma sequência temporal, a usar palavras, expressões e recursos (como a pontuação) de forma a deixar os textos bem escritos e interessantes a fim de proporcionar boas leituras. Também analise os procedimentos de revisão. Por fim, avalie as modificações na fábula sugeridas pelas crianças. Elas fazem sentido em relação ao resto da história?

Escrita de textos instrucionais: regras de brincadeiras


Objetivos
Com este trabalho, pretende-se que os alunos sejam capazes de:
- Falar e ouvir em diversas situações nas quais faz sentido expor opiniões, ouvir com atenção, sintetizar idéias, defender pontos de vista e replicar;
- Perceber as propriedades da escrita: letras como representação de fonemas, direção da escrita, combinação das letras, formas e tipos de letras;
- Ler e escrever diversos tipos de textos em situações comunicativas específicas;
- Valorizar o resgate das brincadeiras, comparando-as no espaço e no tempo
Ano
2º ano

Tempo estimado
10 aulas

Introdução
Alfabetizar significa muito mais que simplesmente ensinar a traçar letras ou decodificar palavras. Este plano de aula propõe, através do tema "brincadeiras: ontem e hoje", atividades em que a criança possa se apropriar do sistema de escrita, ao mesmo tempo em que vai conhecendo a linguagem escrita, ou seja, os diversos tipos de textos presentes na sociedade. Os alunos vão pesquisar brincadeiras da infância de seus pais, farão votação para determinar as brincadeiras preferidas de ontem e de hoje e produzirão textos com instruções sobre essas brincadeiras para divulgação em cartazes na escola.

Material necessário
Cartolina, papel sulfite, lápis de cor/cera e canetas coloridas.

Desenvolvimento
1ª Etapa
Faça com as crianças um roteiro de entrevista para que pesquisem junto aos pais e familiares as brincadeiras de seu tempo de infância. Essa pesquisa pode conter perguntas como: "Quais eram as brincadeiras preferidas quando você era criança?", "Quais eram as regras dessas brincadeiras?" ou "Quantas crianças podiam participar?". Solicite que algumas leiam a pesquisa para a classe e que outras contem de memória o que os pais explicaram sobre suas brincadeiras de criança;

2ª Etapa
Selecione algumas brincadeiras pesquisadas para, na lousa, junto com as crianças, elaborar as instruções que explicam as brincadeiras escolhidas. Dessa forma, você estará mostrando às crianças um modelo de texto que deve atender a certas condições de produção para atender um objetivo específico;

3ª Etapa
Agrupe as brincadeiras comuns numa lista e peça que cada dupla de alunos escolha uma brincadeira que será divulgada para as outras turmas da escola por meio de um cartaz com o nome da brincadeira e o jeito de brincar;

4ª Etapa
Faça com os alunos uma lista de brincadeiras atuais, colocando-as em ordem alfabética;

5ª Etapa
Faça um cartaz com as crianças no qual conste, de um lado, os nomes das brincadeiras de hoje e, de outro, das brincadeiras de antigamente. Organize a divulgação do cartaz na escola;

6ª Etapa
Elabore uma cédula (mimeografada, xerocada ou impressa) da qual constem as brincadeiras levantadas pelos alunos e faça uma votação para escolher três delas; Junto com as crianças, faça a apuração das mais votadas, colocando na lousa o levantamento dos dados;

7ª Etapa
Divida a classe em três grandes grupos: cada grupo deverá elaborar as regras de cada brincadeira mais votada. Cada grupo será subdividido em duplas que organizarão suas regras no caderno;

8ª Etapa
Escreva na lousa as regras das três brincadeiras selecionadas. Para cada brincadeira, as duplas darão, oralmente, suas contribuições que serão negociadas com a classe toda até se chegar ao texto final que melhor esclareça as regras das três brincadeiras selecionadas;

9ª Etapa
Estabeleça uma data, um espaço e os materiais necessários para que as crianças coloquem em prática as três brincadeiras escolhidas e comparem-nas com as instruções dadas por escrito: estão claras? seguem o passo-a-passo da brincadeira? ajudam na organização? quais modificações devem ser feitas nos textos, tendo em vista sua eficácia no desenvolvimento das brincadeiras selecionadas?

10ª Etapa
Finalizando a atividade, organize junto com as crianças cartazes com cada uma das três brincadeiras mais votadas e suas regras. Estes cartazes deverão ser afixados fora da sala de aula para divulgação do trabalho.
Produto final
Escrita de cartazes com regras de brincadeiras para ser divulgadas na escola

Avaliação

Ao longo do desenvolvimento da atividade, é possível avaliar como o aluno:
a) utilizou a linguagem (oral e escrita) em determinadas situações nas quais faz sentido falar, ouvir, ler ou escrever;
b) discutiu oralmente;
c) colaborou com o grupo no roteiro de pesquisa com os pais;
d) organizou individual e coletivamente os dados coletados na pesquisa;
e) escreveu as regras das brincadeiras, negociando com os colegas a elaboração das instruções;
f) trabalhou os aspectos gráficos e os elementos lingüísticos dos textos trabalhados: lista, texto de instruções e cartaz.
g) elaborou sínteses escritas para divulgação do trabalhos através de cartazes;
h) relacionou suas hipóteses de escrita com as propriedades da escrita convencional, quando foi necessário ajustar o que fala ou ouve com o que precisa escrever.

Aprofundamento do conteúdo
Este trabalho propõe uma articulação entre as duas aprendizagens que a criança em início de alfabetização precisa empreender: o conhecimento do sistema de escrita alfabético e a linguagem escrita expressa em vários textos presentes na sociedade. Assim, todas as crianças deverão estar envolvidas em todos os momentos do trabalho, mesmo aquelas que ainda não escrevem convencionalmente. Neste caso, o professor deve ser intérprete e, às vezes, escriba da produção do aluno. A atividade proposta trabalha com três tipos de textos, a saber:

LISTA - texto com palavras do mesmo campo semântico com uma disposição gráfica vertical ou horizontal. Texto que procura organizar informações e que exercita a memória. Ao lado deste conhecimento textual, pode-se contribuir para que a criança vá conhecendo as características do sistema de escrita, se forem sendo estabelecidas comparações no que se refere ao conhecimento/uso de letras como representação de fonemas, a direção da escrita, a distribuição das unidades gráficas das palavras (quais e quantas letras em cada vocábulo; quais iniciam com a mesma letra, quais têm a última letra igual, etc), as formas e tipos de letras;
TEXTO INSTRUCIONAL - que prescreve ações/orientações precisas para a realização de tarefas, no caso, as regras de brincadeiras infantis: nome da brincadeira, lista de quantas pessoas e/ou materiais usados (se for o caso), modo de brincar (com uso de verbos no imperativo que é o modo da ordem ou pedido);
CARTAZ - possibilita registrar e divulgar as sínteses feitas pelos alunos no decorrer do trabalho. O cartaz é um tipo de texto breve sobre cartolina ou cartões cuja organização espacial no papel (diagramação, cores, tamanho de letras) deve permitir a leitura à distância.

Bibliografia
JOLIBERT, Josette. Formando crianças produtoras de texto. Volume II. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994
KAUFMAN, Ana Maria e RODRIGUEZ, Maria Elena. Escola, leitura e produção de textos. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995
TEBEROSKY, Ana. Aprendendo a escrever. Perspectivas psicológicas e implicações educacionais. São Paulo: Ática, 1994

Escrita de conto de terror

Objetivos
- Apossar-se de recursos linguísticos para produzir contos de terror.
- Colocar-se na posição de leitor e revisar os próprios textos.

Conteúdos
- Produção e revisão de textos. 
Anos
Do 3º ao 5º ano.

Tempo estimado
Cinco aulas.

Material necessário
O Livro dos Medos, Heloísa Prieto (org.), 80 págs., Ed. Companhia das Letrinhas, tel. (11) 3707-3500, 34,50 reais. Cenas do filme Poltergeist, escrito por Steven Spielberg.
 Desenvolvimento 
1ª etapa
Leia o conto Medo de Espelhos, se possível em um local previamente preparado para criar um clima adequado: uma penumbra iluminada somente à luz de velas. Crie suspense ao ler, mude o tom de voz e faça pausas para provocar medo e tensão.

2ª etapa
Provoque um debate entre os estudantes. "O que despertou medo? E suspense?" e "Algum trecho frustrou e poderia ser diferente?" são algumas das perguntas válidas para sustentar a conversa. Organize grupos de três alunos para que reescrevam o texto. Explique que a ideia é torná-lo mais assustador ainda. Antes, peça que façam um reconto oral entre eles para retomar a obra, e então, pensar no que e como escrever. 
Flexibilização para deficiência auditiva
O ambiente com elementos que provocam sensações de medo e suspense favorece o envolvimento e a compreensão de todo o grupo e, especialmente para esse aluno, será um recurso muito favorável, estimulando suas outras sensações para a aprendizagem. É possível incrementá-lo ainda mais com cartazes de cenas de terror, máscaras, frases típicas do gênero etc. Peça que leve este conto para o AEE explorá-lo em libras.

3ª etapa
Promova outros debates que ajudem os estudantes a formular um banco de dados com as características dos contos de terror. Incentive o uso de palavras e expressões que apontem medo, suspense e maldade. O material servirá como uma fonte de consulta
na hora da revisão.

4ª etapa
Leia o conto Medo? Todo Mundo Tem! e encomende relatos de casos em que os estudantes sentiram medo. Apresente trechos e peça que eles selecionem expressões usadas pelos autores para dar um clima. Pergunte: como o corpo humano geralmente reage ao medo? Quais são as sensações físicas? A seguir, indague quais expressões utilizam no dia a dia para manifestar medo e se há antídoto para esse sentimento. Eles devem tomar notas durante o debate.
Flexibilização para deficiência auditiva
Coloque o aluno em um lugar em que possa ver todos de frente, posicione um colega ao seu lado para que possa esclarecer suas eventuais dúvidas. Explore bastante as expressões do corpo (fechar os olhos, franzir a testa, se arrepiar, arregalar os olhos etc.).

5ª etapa
Organize a produção de frases que possam compor um conto de terror com base em tiras de papel com algumas palavras que devem ser combinadas. Exemplo: palidez/sumiço misterioso/paralisado; névoa tênue/ imóvel/calafrio; sobrenatural/pio de coruja/espectro etc. Mostre imagens de terror do livro e peça que organizem legendas condizentes a elas. Em seguida, exiba as cenas iniciais e o primeiro momento de terror do filme Poltergeist e analise com a turma os recursos usados para assustar os espectadores. Com essas novas informações, proponha a retomada da revisão.
Flexibilização para deficiência auditiva
Prepare imagens, desenhos, fotos com símbolos ou cenas que representem alguns vocábulos principais dos contos de terror. Use com todos e individualmente com o deficiente auditivo como referência no momento das tiras, como apoio para a produção. Substantivos abstratos, adjetivos e advérbios, em geral, são de difícil compreensão para o aluno com deficiência auditiva. Peça apoio da escola para que encontre esse filme traduzido em libras. Se isso não for possível, encaminhe o longa para o aluno assistir às cenas antecipadamente junto ao AEE.
6ª etapa
Recolha os textos revisados e analise quais problemas de escrita são comuns e precisam ser melhorados, como o uso de sinais de pontuação, para ampliar as sensações. Selecione trechos nos quais esse recurso é bem utilizado e discuta com a classe. Prepare uma pauta de revisão focada nos aspectos discursivos e entregue junto com a segunda versão do conto. É interessante que o texto seja digitado, para que os estudantes se distanciem de suas próprias produções.
7ª etapa
Com base na pauta, peça que façam essa nova revisão com olhar de leitor.
Flexibilização para deficiência auditiva
Proponha essa atividade em dupla e dê um tempo maior para os estudantes. Se necessário, encaminhe para que o aluno termine a tarefa em casa ou com auxílio do AEE.
8ª etapa
Solicite que passem o texto a limpo e proponha que ensaiem a leitura em voz alta. Convide outras turmas para ouvir contos de terror em sua sala.

Avaliação
Releia o conto original e discuta com a turma que mudanças foram relevantes na reescrita. Depois, peça a análise da primeira e da última versão, destacando o que melhorou e o que ainda precisa avançar. Indique pontos que eles não detectaram.


Floatie grande





 








































































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